Paris e a arquitetura do olhar


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Em sua 4° edição, o Salão de Outono da América Latina brinda aos sentidos com uma breve dégustation de Paris.

Paris de onde vêm as origens do Salon. Paris, a mãe dos Salões. 
Paris carregada de historias e tradições, mas também palco dos movimentos artísticos que revolucionaram as artes no século passado.
A historia sempre se faz e refaz em ciclos, o que nos leva a constatar que todos os estilos são contemporâneos . Longe das formulas e preceitos autoritários, o artista deve estar aberto a todas experimentações, sem buscar classificações restritivas, sem temer transitar de um registro a outro, usufruindo de uma liberdade que só é possível graças a superação das regras pré-estabelecidas, e da ordem acadêmica.
Quando a historia torna se apenas um ponto de referência, dois artistas, Agê Barros e Rodrigo Bressane encontram não idéias ou modelos, mas a justa motivação que dará vida a uma nova visão da arte, onde a fotografia surge como uma forma de contemplação e reverência.

Quem vai a Paris pela primeira vez se apaixona. Quem volta se apaixona de novo. Tem sido assim e provavelmente continuará sendo para sempre. Uns dizem tratar-se de herança artística acumulada durante séculos. Eles nada dizem, apenas contemplam…. e registram.
E esta contemplação, captada por suas lentes, nos faz caminhar com eles pela Paris do encantamento subjetivo, dos perfumes, dos cafés, da arquitetura , mas sobretudo da memória.
Eles sentem Paris posando desinibida, mostrando seu melhor ângulo: todos.
Agê e Rodrigo nem tentam resistir
Se rendem… e fotografam apaixonadamente. Como se fosse sempre a primeira vez.
A nós  ….. nos resta degustar.
A curadoria

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